reverso do ser

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domingo, 28 de junho de 2015

LETARGO QUE MORTIFICA


Um céu cinza sem estrelas
Um desespero
E nas lágrimas
Muitas vezes na voz sufocada
O ar que carecia
A saudade feriu
Intensamente
E a magoa se convertia em rasgaduras
Uma tristeza tão profunda
Que chega a ser incompreensível
Sem tamanho
E nas lembranças o padecer...
O pensamento em que poderia
Ter sido mudado,  alterado
E essa dor?
Que se sente nas diversas horas
Difíceis do dia  
Ela surge de onde ninguém espera...
Você aguarda, e ela vem
Lentamente sem avisar
Acompanhada do espanto
E da surpresa...
E na esperança de tudo se resolver
Se encaixar
No seu tempo e lugar...
Mas verdade quando se percebe
Nada, nada voltou
A ser como era, como tinha que ser
A frustração continua
Junto com os diversos erros
E essa dor?
Prevalece e permanece
E no final
Sempre me perguntando
Porque da dor?
Porque desta dor?
Mas na verdade
O que faz sofrer
E saber que um dia
Venerado por alguns
Virar um esquecido
Por todos...

R.JORDAN 28 14:02 JUNHO DE 2015



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